quinta-feira, 7 de abril de 2011

LIÇÃO DO BAMBU


Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, Mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.

Um escritor americano escreveu:
"Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês"
você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento,e, às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.
Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegaráe, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava...
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos,de nossos sonhos... especialmente no nosso trabalho, (que é sempre um grande projeto em nossas vidas).
É que devemos lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.

Tenha sempre dois hábitos:
Persistência e Paciência, pois você merece alcançar todos os sonhos!
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

APEGO E AVERSÃO







Apego é aquilo que persiste no prazer; aversão é aquilo que persiste no sofrimento. 

Ou, conforme outra versão, o desejo é o apego aos objetos de prazer; o ódio é a aversão por qualquer objeto dos sentidos.

(Aforismos de Ioga de Patânjali, livro II, 7 e 8)

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Ambos (apego e aversão) são obstáculos à iluminação, ou mesmo ao conhecimento relativo de uma pessoa ou objeto. 

Não se pode ter nenhuma percepção imparcial, controlada, do caráter de alguém a que se esteja cegamente apegado ou a quem se olhe com aversão. 

O aspirante à espiritualidade não deve amar em excesso as coisas deste mundo, mas também não deve odiá-las. 

A aversão é também uma forma de escravidão. 

Estamos presos ao que odiamos ou tememos. 

Essa é a razão pela qual, em nossas vidas, o mesmo problema, o mesmo perigo ou dificuldade, se apresentará repetidamente, sob diversos aspectos, enquanto persistimos em resistir-lhe ou evitá-lo, em vez de examiná-lo e resolvê-lo.

Estes objetos de prazer abrangem todos os apegos formados pelo homem desde o estado selvagem da infante humanidade até os graus avançados do discipulado; abrangem tanto o desejo por objetos grosseiros no plano físico, como apego por coisas, ocupações e ações que as emoções ou busca intelectuais oferecem; abrangem toda a gama das experiências sensoriais, desde a resposta do selvagem ao calor e a uma boa refeição, até o êxtase do místico. 

O desejo é um termos genérico, compreendendo a tendência do espírito em se expressar pela vida da forma.

O progresso da alma parece estar neste dispensar de um objeto sensorial a outro até chegar o tempo em que é lançado de volta "sozinho" sobre si mesmo. 

Ele esgotou todos os objetos de apego e até seu próprio guru parece tê-lo deixado só.

Apenas uma realidade permanece, a realidade espiritual que ele próprio é, e seu desejo então se volta para o interior. 

Este não é mais dirigido para o exterior e ele encontra o reino de Deus interno.

Então, todo o desejo o abandona. 

Ele estabelece contatos e continua a se manifestar e a trabalhar nos planos da ilusão, mas trabalha de centro onde habita seu eu divino, e nada mais há para o atrair para os desvios do prazer ou da dor.

O verdadeiro iogue não sente nem aversão nem desejo.

O ódio é o resultado da concentração sobre a forma e de um esquecimento do que toda forma, em menor ou maior grau, revela. 

O ódio nega a unidade, provoca a ereção de barreiras e produz as causas que levam à cristalização, destruição e morte. 

O ódio é, na realidade, o resultado do senso da personalidade e da ignorância, somados ao desejo mal aplicado.


(Comentários de Alice A. Bailey, Swami Prabhavananda e Christopher Isherwood) 






A VIDA É UMA PEDRA DE MOLAR





"A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.”


( George Bernard Shaw )




QUE EU ME TORNE...






Que eu me torne em todos os momentos,
agora e sempre,
Um protetor para os desprotegidos,
Um guia para os que perderam o rumo,
Um navio para os que têm oceanos a cruzar,
Uma ponte para os que têm rios a atravessar,
Um santuário para os que estão em perigo,
Uma lâmpada para os que não têm luz,
Um refúgio para os que não têm abrigo
E um servidor para todos os necessitados.
 
 
(Gyatso (Dalai Lama), 2000)




TUDO É DEUS










- Quando vires um lindo por do sol, pensa contigo mesmo: "É Deus pintando o céu". Ao fitar o rosto de cada pessoa que encontrares pensa interiormente: "É Deus que assumiu esta forma". Aplica esta linha de pensamento a todas as experiências: "O sangue no meu corpo é Deus, a razão na minha mente é Deus, o amor em meu coração é Deus, tudo o que existe é Deus".


(Yogananda)