
Apego é aquilo que persiste no prazer; aversão é aquilo que persiste no sofrimento.
Ou, conforme outra versão, o desejo é o apego aos objetos de prazer; o ódio é a aversão por qualquer objeto dos sentidos.
(Aforismos de Ioga de Patânjali, livro II, 7 e 8)
Ambos (apego e aversão) são obstáculos à iluminação, ou mesmo ao conhecimento relativo de uma pessoa ou objeto.
Não se pode ter nenhuma percepção imparcial, controlada, do caráter de alguém a que se esteja cegamente apegado ou a quem se olhe com aversão.
O aspirante à espiritualidade não deve amar em excesso as coisas deste mundo, mas também não deve odiá-las.
A aversão é também uma forma de escravidão.
Estamos presos ao que odiamos ou tememos.
Essa é a razão pela qual, em nossas vidas, o mesmo problema, o mesmo perigo ou dificuldade, se apresentará repetidamente, sob diversos aspectos, enquanto persistimos em resistir-lhe ou evitá-lo, em vez de examiná-lo e resolvê-lo.
Estes objetos de prazer abrangem todos os apegos formados pelo homem desde o estado selvagem da infante humanidade até os graus avançados do discipulado; abrangem tanto o desejo por objetos grosseiros no plano físico, como apego por coisas, ocupações e ações que as emoções ou busca intelectuais oferecem; abrangem toda a gama das experiências sensoriais, desde a resposta do selvagem ao calor e a uma boa refeição, até o êxtase do místico.
Estes objetos de prazer abrangem todos os apegos formados pelo homem desde o estado selvagem da infante humanidade até os graus avançados do discipulado; abrangem tanto o desejo por objetos grosseiros no plano físico, como apego por coisas, ocupações e ações que as emoções ou busca intelectuais oferecem; abrangem toda a gama das experiências sensoriais, desde a resposta do selvagem ao calor e a uma boa refeição, até o êxtase do místico.
O desejo é um termos genérico, compreendendo a tendência do espírito em se expressar pela vida da forma.
O progresso da alma parece estar neste dispensar de um objeto sensorial a outro até chegar o tempo em que é lançado de volta "sozinho" sobre si mesmo.
O progresso da alma parece estar neste dispensar de um objeto sensorial a outro até chegar o tempo em que é lançado de volta "sozinho" sobre si mesmo.
Ele esgotou todos os objetos de apego e até seu próprio guru parece tê-lo deixado só.
Apenas uma realidade permanece, a realidade espiritual que ele próprio é, e seu desejo então se volta para o interior.
Este não é mais dirigido para o exterior e ele encontra o reino de Deus interno.
Então, todo o desejo o abandona.
Ele estabelece contatos e continua a se manifestar e a trabalhar nos planos da ilusão, mas trabalha de centro onde habita seu eu divino, e nada mais há para o atrair para os desvios do prazer ou da dor.
O verdadeiro iogue não sente nem aversão nem desejo.
O verdadeiro iogue não sente nem aversão nem desejo.
O ódio é o resultado da concentração sobre a forma e de um esquecimento do que toda forma, em menor ou maior grau, revela.
O ódio nega a unidade, provoca a ereção de barreiras e produz as causas que levam à cristalização, destruição e morte.
(Comentários de Alice A. Bailey, Swami Prabhavananda e Christopher Isherwood)
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