sábado, 25 de junho de 2011

Contentamento







“Que você seja forte e permaneça sempre contente ao encarar os problemas como um meio para elevar seu estado de espírito. 
Pessoas contentes são poderosas, elas superam os problemas tão facilmente como transitar por um caminho livre e direto. 
Para elas, os problemas são um meio para crescer.
Elas experimentam cada problema como algo familiar, como se já tivessem vivenciado e ultrapassado aquilo anteriormente.
As palavras "por causa disso" e "razões" nunca surgem de seus lábios. 
Ao contrário, elas são capazes de transformar razões e desculpas em soluções imediatas.”



Brahma Kumaris



Aceitação








“A nossa paz interior só pode viajar de nosso coração à nossa mente quando nós não mais queremos mudar o que é.

No momento em que aceitamos tudo e todos como são, sem qualquer resistência, este é o momento em que o poder do amor, seu amor, você, são capazes de abraçar a vida em sua totalidade, como ela é.

Só isso já é um grande desafio para muitos de nós que temos uma tendência a gastar muito tempo e energia em nossas mentes.

É lá que julgamos os outros, apressamos os outros e tentamos ‘corrigir’ os problemas do mundo, sob a ilusão de que é nosso trabalho, e que podemos!”


Mike George



Silêncio






“É fácil ver os pontos fracos dos outros, mas para ver nossos próprios pontos fracos precisamos ir para dentro, em silêncio. 
Através desse mergulho interno é possível perceber o que precisamos mudar.
Quando fazemos essa mudança nos tornamos um espelho para os outros. 
Ter realização é ter ‘olhos de verdade’ para ver o interior.
Em que medida nos internalizamos?
Até que ponto nos concentramos? 
Poder do silêncio significa ser verdadeiro e tornar outros verdadeiros também.
O poder do silêncio tem grande influência no meio e pode nos ajudar em qualquer situação.
Quando acumulamos o poder do silêncio acumulamos estabilidade. 
O silêncio termina com o desperdício que impede a alma de olhar para si e transformar-se.”


Dadi Janki




Doçura







“No fundo de  toda e qualquer situação há sempre algo bom.
Requer apenas um pouco de paciência para olhar e encontrar. 
Quando conseguimos entender o segredo por trás do que está acontecendo, naturalmente experimentamos doçura em nossas vidas. 
Seja o que aconteça ao longo do dia, deveríamos ser capazes de ver o lado bom nisso. 
Mesmo que eu não consiga descobrir algo de bom naquele exato momento, eu não devo desistir da fé de que as coisas acontecem visando o melhor. 
Doçura é a capacidade de ver o que há de bom em tudo.”



Brahma Kumaris




quinta-feira, 7 de abril de 2011

LIÇÃO DO BAMBU


Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, Mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.

Um escritor americano escreveu:
"Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês"
você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento,e, às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.
Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegaráe, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava...
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos,de nossos sonhos... especialmente no nosso trabalho, (que é sempre um grande projeto em nossas vidas).
É que devemos lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.

Tenha sempre dois hábitos:
Persistência e Paciência, pois você merece alcançar todos os sonhos!
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

APEGO E AVERSÃO







Apego é aquilo que persiste no prazer; aversão é aquilo que persiste no sofrimento. 

Ou, conforme outra versão, o desejo é o apego aos objetos de prazer; o ódio é a aversão por qualquer objeto dos sentidos.

(Aforismos de Ioga de Patânjali, livro II, 7 e 8)

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Ambos (apego e aversão) são obstáculos à iluminação, ou mesmo ao conhecimento relativo de uma pessoa ou objeto. 

Não se pode ter nenhuma percepção imparcial, controlada, do caráter de alguém a que se esteja cegamente apegado ou a quem se olhe com aversão. 

O aspirante à espiritualidade não deve amar em excesso as coisas deste mundo, mas também não deve odiá-las. 

A aversão é também uma forma de escravidão. 

Estamos presos ao que odiamos ou tememos. 

Essa é a razão pela qual, em nossas vidas, o mesmo problema, o mesmo perigo ou dificuldade, se apresentará repetidamente, sob diversos aspectos, enquanto persistimos em resistir-lhe ou evitá-lo, em vez de examiná-lo e resolvê-lo.

Estes objetos de prazer abrangem todos os apegos formados pelo homem desde o estado selvagem da infante humanidade até os graus avançados do discipulado; abrangem tanto o desejo por objetos grosseiros no plano físico, como apego por coisas, ocupações e ações que as emoções ou busca intelectuais oferecem; abrangem toda a gama das experiências sensoriais, desde a resposta do selvagem ao calor e a uma boa refeição, até o êxtase do místico. 

O desejo é um termos genérico, compreendendo a tendência do espírito em se expressar pela vida da forma.

O progresso da alma parece estar neste dispensar de um objeto sensorial a outro até chegar o tempo em que é lançado de volta "sozinho" sobre si mesmo. 

Ele esgotou todos os objetos de apego e até seu próprio guru parece tê-lo deixado só.

Apenas uma realidade permanece, a realidade espiritual que ele próprio é, e seu desejo então se volta para o interior. 

Este não é mais dirigido para o exterior e ele encontra o reino de Deus interno.

Então, todo o desejo o abandona. 

Ele estabelece contatos e continua a se manifestar e a trabalhar nos planos da ilusão, mas trabalha de centro onde habita seu eu divino, e nada mais há para o atrair para os desvios do prazer ou da dor.

O verdadeiro iogue não sente nem aversão nem desejo.

O ódio é o resultado da concentração sobre a forma e de um esquecimento do que toda forma, em menor ou maior grau, revela. 

O ódio nega a unidade, provoca a ereção de barreiras e produz as causas que levam à cristalização, destruição e morte. 

O ódio é, na realidade, o resultado do senso da personalidade e da ignorância, somados ao desejo mal aplicado.


(Comentários de Alice A. Bailey, Swami Prabhavananda e Christopher Isherwood) 






A VIDA É UMA PEDRA DE MOLAR





"A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.”


( George Bernard Shaw )